Revista Bamboo n. 17, setembro de 2012, página 101

texto: Clarissa Schneider

foto: Romulo Fialdini

vaso em cerâmica alemã

autor: Willi Hack

manufatura: ES-Keramik

anos 1950

ex acervo Legado Arte

Bjs,

Beth Santos

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Natureza Morta

17/09/2012

Natureza Morta

Legado Arte

jacarandá, cerâmica e metal

setembro de 2012

descrição da obra:

cômoda Luciana em jacarandá desenhada por Sergio Rodrigues em 1965, Brasil

vaso em cerâmica pintada, Isabelle Tuchband, 1996, Brasil

castiçal Swan desenhado por Matthew Hilton para a SCP em 1987, Londres

Bjs,

Beth Santos

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As formas tridimensionais compostas por diferentes planos de tecido, como faixas ou fitas, mais ou menos largas, que se entrelaçam, formam nós, são amarradas, se juntam e se separam de maneira articulada, construindo volumes. Às vezes, fios estendidos traçam retas paralelas verticais, atravessando a composição. Freqüentemente, as cores são bastante intensas e, sobretudo, contrastantes; e espaços vazios deixam ver as paredes. O tamanho dos trabalhos lhes confere monumentalidade, ressaltada por vários críticos. Salvo raras exceções, as peças são feitas para serem vistas de um ponto de vista frontal, e não, como uma escultura, de todos os lados. Ademais, ao contrário da tapeçaria de Nicola, aqui não há formas propriamente orgânicas, mas sim construídas a partir de elementos inicialmente geométricos.

Jacques Douchez

anos 1970

sisal e metal cromado

200cm x 240cm

“Biombo exposto na mostra Plano e Relevo em 2003 na Pinacoteca do Estado de São Paulo” – acervo Legado Arte

sobre o artista

Jacques Douchez (Mâcon, França 1921 – São Paulo SP 2012)

1951 – Integra o Atelier-Abstração, de Samson Flexor (1907-1971)

1953 – 2ª Bienal de São Paulo com pinturas abstratas

1953 – 1ª Mostra do Atelier-Abstração, no Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB/SP)

1957 – começa produzir tapeçarias e cria, com Norberto Nicola (1930-2007), o Ateliê Douchez-Nicola

7ª, 8ª e 9ª Bienais de São Paulo, mostra tapeçarias

1974 – expõe na 1ª Mostra Brasileira de Tapeçaria, em São Paulo

anos 1970 e 1980

- mostra suas obras novamente na Bienal de São Paulo

-  3ª Bienal de Medellín

- 7ª Bienal de Tapeçaria de Lausanne

- 1ª Trienal de Tapeçaria de São Paulo, onde ganha o 1º prêmio, nas duas trienais subseqüentes e na Trienal de Lodz

- 1980 o Ateliê Douchez-Nicola encerra suas atividades

- 1989 exposição “Esculturas Tecidas” de  Jacques Douchez na Galeria Múltipla de Arte em São Paulo

- 2003 apresenta duas grandes mostras:

Plano e Relevo, na Pinacoteca do Estado de São Paulo (Pesp)

Esculturas Tecidas, no Espaço Cultural da BM&F Brasil, São Paulo

fonte: Itau cultural

biografia: Plano e Relevo, Jacques Douchez, ed. Pinacoteca do Estado de São Paulo, 2003

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Em 1966, aos 59 anos, Oscar Niemeyer vai morar em Paris onde desenha uma poltrona com pufe – em número limitado para clientes privados – que são produzidos pela fabricante Mobilier International em aço escovado dobrado e couro. 

Mais tarde, em 1978, estas obras e outros projetos, incluindo a chaise longue “Rio”, foram produzidos no Brasil pela empresa  Tendo. As poltronas e pufes passam a ser feitas em madeira dobrada e como sua arquitetura, o mobiliário de Niemeyer evoca a beleza do Brasil, com curvas que imitam a forma feminina e as montanhas do Rio de Janeiro.

É com muita satisfação que a Legado Arte apresenta em seu acervo o raro exemplar da Poltrona Aran, produzida na França nos anos 1970 pela Mobilier Internacional.

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Zanine se despede

17/08/2012

A chaise longue desenhada por Zanine Caldas nos anos 1950 já partiu para a sua nova casa!!!!

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interior de residência com móveis Zanine fotografada para Casa & Jardim anos 1950

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vitrine Legado Arte

20/07/2012

Veja abaixo a vitrine da Legado Arte remodelada, mas não se esqueça, nada como ver o original. Aguardo você.

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Souper Man

19/07/2012

matéria de Madhvi Subrahmanian publicada em 23 de março de 2012 no The Business Times

A Pop arte nunca morre, a julgar pelas galerias que a promovem, os colecionadores interessados em comprá-la e o  número de artistas contemporâneos que trabalham neste gênero.

Três exposições em exibição validam o interesse contínuo entre artistas e colecionadores. Como Eric Shiner, o diretor do Museu Andy Warhol diz: “Você verá mais e mais dessas exposições em viagens retrospectivas. Nós (o museu) acreditamos que o interesse de galerias comerciais e colecionadores vão ajudar a promover o legado de Warhol para sempre. “

Em conjunto com a retrospectiva de Andy Warhol, o Museu ArtScience traz uma outra apresentação para ilustrar a influência de Andy Warhol no sudeste da Ásia, intitulado Andy Warhol’s Legacy Lives. Mais de 16 obras de três artistas de Singapura, Tailândia e Malásia foram selecionados. “Isto é, não significa um programa abrangente de Pop Art contemporânea, mas apenas alguns poucos artistas selecionados”, explica Lise Macdonald, gerente sênior de projetos  do Museu ArtScience em Marina Bay Sands.

Os destaques da mostra incluem obras do artista tailandês Jirapat Tatsanasomboon, que leva ícones famosos da cultura ocidental, como Mickey Mouse E os veste com trajes tradicionais tailandeses. Jahan Loh de Cingapura que apresenta uma série influenciada pela Sopa Campbell de Warhol, uma representação da Ma Ling, marca de carne de porco enlatada muito conhecida em Cingapura. O falecido Ibrahim Hussein da Malásia prestou homenagem a Warhol com uma série intitulada Warhol in Memory, de 1997.

Jahan Loh, Ma Ling

Junto com as obras desses artistas, a exposição destaca também os vencedores do prêmio LaSalle’s Andy Warhol, exibindo obras muito interessantes na área de multimidia e moda. Warhol foi muito prolífico em sua vida e fez dezenas de milhares de obras que ainda podem ser adquiridas.

Enquanto isso, a Collectors Contemporary exibe obras de Andy Warhol e Richard Pettibone na exposição Warhol, Pettibone e a arte de apropriaçãoPara apropriar-se, é necessário emprestar uma imagem ou objeto e usá-lo para criar um novo significado. Marcel Duchamp foi o primeiro a introduzir a idéia de apropriação em 1920, no movimento DADA. Vários artistas, incluindo Warhol têm sido grandemente influenciado pela idéia de usar o “ready-made” em arte. Através da serigrafia, Warhol construiu a sua apropriação usando imagens de celebridades e imagens de produtos de consumo corrente, dissolvendo a distinção entre “alta arte” e cultura popular.

Pettibone levou a idéia um passo adiante na década de 1960, quando ele usou obras de mestres modernos, como Andy Warhol, Roy Lichtenstein e outros, produzindo versões destes em miniatura. “A escala de suas obras invoca intimidade e cria reverência para esses artistas – Warhol era totalmente favorável à abordagem de Pettibone”, explica a curadora Jennifer Copley. Como Pettibone disse, “Warhol já estava fazendo uma cópia, então porque não fazer uma cópia de uma cópia?”

Esta exposição inclui um vestido de papel muito interessante de 1966-67, explica Copley: “Uma campanha publicitária para Campbell Soup Company inspirado na série Lata de Sopa de Warhol. Ao adquirir a lata de sopa, deveria ser enviado para a empresa o cupom, mais um dólar e então a Campbell enviaria este vestido de papel pelo correio. Assim, a publicidade alimenta a arte e de volta a arte alimenta a publicidade, borrando as fronteiras entre os dois. Hoje, o Souper Dress é avaliado em US 9.500.

Andy Warhol, Souper Dress, c. 1966 – acervo Legado Arte

para ler esta notícia na íntegra, acesse: http://www.businesstimes.com.sg/archive/friday/lifestyle/arts/souper-man

Exposição:

Andy Warhol Legacy Lives on Southeast Asian Art

até 12 de agosto de 2012 no ArtScience Museum at Marina Bay Sands

Beth Santos

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“… sobre a questão de saber se a fotografia era ou não uma arte, sem que colocasse sequer a questão prévia de saber se a invenção da fotografia não havia alterado a própria natureza da arte.” – trecho do ensaio “A Obra de Arte na Era de sua Reprodutibilidade Técnica” escrito por Walter Benjamin em 1955.

Beth Santos

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Na Mostra Black 2012, o arquiteto Sig Bergamin decorou com a elegância de sempre.

Inspirado nos desertos americanos, Sig projetou um living aconchegante repleto de cerâmicas alemãs da Legado Arte que receberam arranjos de Vic Meirelles.

Como apoio, usou os buffets da Legado Arte, desenhados por Geraldo de Barros nos anos 1950 e Jorge Zalszupin nos anos 1960, todos em jacarandá. 

O abajur “lua cheia”, também da Legado Arte,  refletia em sua parede de espelho.

Beth Santos

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