Zanine se despede

17/08/2012

A chaise longue desenhada por Zanine Caldas nos anos 1950 já partiu para a sua nova casa!!!!

Beth Santos

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interior de residência com móveis Zanine fotografada para Casa & Jardim anos 1950

Beth Santos

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vitrine Legado Arte

20/07/2012

Veja abaixo a vitrine da Legado Arte remodelada, mas não se esqueça, nada como ver o original. Aguardo você.

Beth Santos

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Souper Man

19/07/2012

matéria de Madhvi Subrahmanian publicada em 23 de março de 2012 no The Business Times

A Pop arte nunca morre, a julgar pelas galerias que a promovem, os colecionadores interessados em comprá-la e o  número de artistas contemporâneos que trabalham neste gênero.

Três exposições em exibição validam o interesse contínuo entre artistas e colecionadores. Como Eric Shiner, o diretor do Museu Andy Warhol diz: “Você verá mais e mais dessas exposições em viagens retrospectivas. Nós (o museu) acreditamos que o interesse de galerias comerciais e colecionadores vão ajudar a promover o legado de Warhol para sempre. “

Em conjunto com a retrospectiva de Andy Warhol, o Museu ArtScience traz uma outra apresentação para ilustrar a influência de Andy Warhol no sudeste da Ásia, intitulado Andy Warhol’s Legacy Lives. Mais de 16 obras de três artistas de Singapura, Tailândia e Malásia foram selecionados. “Isto é, não significa um programa abrangente de Pop Art contemporânea, mas apenas alguns poucos artistas selecionados”, explica Lise Macdonald, gerente sênior de projetos  do Museu ArtScience em Marina Bay Sands.

Os destaques da mostra incluem obras do artista tailandês Jirapat Tatsanasomboon, que leva ícones famosos da cultura ocidental, como Mickey Mouse E os veste com trajes tradicionais tailandeses. Jahan Loh de Cingapura que apresenta uma série influenciada pela Sopa Campbell de Warhol, uma representação da Ma Ling, marca de carne de porco enlatada muito conhecida em Cingapura. O falecido Ibrahim Hussein da Malásia prestou homenagem a Warhol com uma série intitulada Warhol in Memory, de 1997.

Jahan Loh, Ma Ling

Junto com as obras desses artistas, a exposição destaca também os vencedores do prêmio LaSalle’s Andy Warhol, exibindo obras muito interessantes na área de multimidia e moda. Warhol foi muito prolífico em sua vida e fez dezenas de milhares de obras que ainda podem ser adquiridas.

Enquanto isso, a Collectors Contemporary exibe obras de Andy Warhol e Richard Pettibone na exposição Warhol, Pettibone e a arte de apropriaçãoPara apropriar-se, é necessário emprestar uma imagem ou objeto e usá-lo para criar um novo significado. Marcel Duchamp foi o primeiro a introduzir a idéia de apropriação em 1920, no movimento DADA. Vários artistas, incluindo Warhol têm sido grandemente influenciado pela idéia de usar o “ready-made” em arte. Através da serigrafia, Warhol construiu a sua apropriação usando imagens de celebridades e imagens de produtos de consumo corrente, dissolvendo a distinção entre “alta arte” e cultura popular.

Pettibone levou a idéia um passo adiante na década de 1960, quando ele usou obras de mestres modernos, como Andy Warhol, Roy Lichtenstein e outros, produzindo versões destes em miniatura. “A escala de suas obras invoca intimidade e cria reverência para esses artistas – Warhol era totalmente favorável à abordagem de Pettibone”, explica a curadora Jennifer Copley. Como Pettibone disse, “Warhol já estava fazendo uma cópia, então porque não fazer uma cópia de uma cópia?”

Esta exposição inclui um vestido de papel muito interessante de 1966-67, explica Copley: “Uma campanha publicitária para Campbell Soup Company inspirado na série Lata de Sopa de Warhol. Ao adquirir a lata de sopa, deveria ser enviado para a empresa o cupom, mais um dólar e então a Campbell enviaria este vestido de papel pelo correio. Assim, a publicidade alimenta a arte e de volta a arte alimenta a publicidade, borrando as fronteiras entre os dois. Hoje, o Souper Dress é avaliado em US 9.500.

Andy Warhol, Souper Dress, c. 1966 – acervo Legado Arte

para ler esta notícia na íntegra, acesse: http://www.businesstimes.com.sg/archive/friday/lifestyle/arts/souper-man

Exposição:

Andy Warhol Legacy Lives on Southeast Asian Art

até 12 de agosto de 2012 no ArtScience Museum at Marina Bay Sands

Beth Santos

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“… sobre a questão de saber se a fotografia era ou não uma arte, sem que colocasse sequer a questão prévia de saber se a invenção da fotografia não havia alterado a própria natureza da arte.” – trecho do ensaio “A Obra de Arte na Era de sua Reprodutibilidade Técnica” escrito por Walter Benjamin em 1955.

Beth Santos

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Na Mostra Black 2012, o arquiteto Sig Bergamin decorou com a elegância de sempre.

Inspirado nos desertos americanos, Sig projetou um living aconchegante repleto de cerâmicas alemãs da Legado Arte que receberam arranjos de Vic Meirelles.

Como apoio, usou os buffets da Legado Arte, desenhados por Geraldo de Barros nos anos 1950 e Jorge Zalszupin nos anos 1960, todos em jacarandá. 

O abajur “lua cheia”, também da Legado Arte,  refletia em sua parede de espelho.

Beth Santos

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Em busca da Luz

04/07/2012

Olhar cinematográfico, sensibilidade à flor da pele, espírito irrequieto, assim é Scalante.

Cresceu vivendo o trabalho na produtora de seu pai, aprendeu os desejos da luz, cresceu, formou-se em cinema na FAAP nos anos 1980 e tornou-se premiado diretor de fotografia.

Suas fotografias conheci através das muitas viagens que fizemos juntos, eu, ele e meu marido, e sempre me surpreendi com as imagens que muitas vezes passaram despercebidas por mim, como se fossem de lugares nos quais nunca tinha estado.

Passei anos insistindo para fazermos uma mostra de seu trabalho, mas sempre a resposta era a mesma: “Vou ver, tenho muito material, preciso escolher, vamos falando…” e nada. Mas após tanta insistência, ele cedeu.

Arregacei as mangas e entre centenas de imagens escolhi uma série onde o tema central é a propria luz, razão de ser da fotografia, e nas quais cores, sombras, ângulos e perspectivas retratam um pouco da imensa capacidade deste talento.

Scalante, fotografia, 101cm x 68cm, 2012 ACID e assinado e datado no verso – acervo Legado Arte

Scalante, fotografia, 53,5cm x 91,4cm, 2012 ACID e assinado e datado no verso – acervo Legado Arte

Scalante, fotografia, 68cm x 101cm, 2012 ACID e assinado e datado no verso – acervo Legado Arte

“Em busca da Luz” (2012) consiste em uma série de oito fotografias, únicas, sem tiragens, que celebram o instante luminoso visual do artista que transpõe para a impressão a sua visão cinematográfica.

E hoje, quando a Legado Arte completa 9 anos de atividade, o resultado deste trabalho é para mim um presente de aniversário.

Beth Santos

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Em noite de gala, no mês de outubro de 1959, o Sr. Ernesto Wolf, diretor do Museu de Arte de São Paulo e presidente da Forma S.A de São Paulo, recebeu em sua residência os Srs. Alden Boyd, Vice Presidente da Knoll International de Nova Iorque, e Kurt Burgold, diretor técnico da Knoll International de Nova Iorque. Na presença de arquitetos e decoradores anuncia oficialmente o acordo de produção no Brasil dos móveis da Knoll pela Forma.

Casa e Jardim n. 59, dezembro de 1959, pgs. 60 e 61

 

Bjs,

Beth Santos

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Excelentes exemplares de móveis em metal foram produzidos nos anos 1950. A fabricante com maior reconhecimento foi a Unilabor, de Geraldo de Barros, muitas vezes presente neste blog.

Hoje eu darei destaque para a JATOBÁ Móveis e Decorações Ltda.

A revista Casa e Jardim n. 11, de dezembro de 1954, visitou a JATOBÁ e presenteou seus leitores com fotografias de seus interiores.

living com móveis JATOBÁ Móveis e Decorações Ltda.

cadeira em metal com braços, anos 1950, JATOBÁ Móveis e Decorações Ltda – acervo Legado Arte

cadeira em metal com braços, anos 1950, JATOBÁ Móveis e Decorações Ltda – acervo Legado Arte

Bjs,

Beth Santos

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“A intimidade ancestral com a construção de objetos de madeira fez com que o designer desse passagem, sem dificuldades, ao escultor sensível e rigoroso, imaginativo e preciso nas puras formulações plásticas.”

“Sua complexa formação cultural, em que se enlaçam profundo sentimento do ofício herdado e paixão libertária pela modernidade, levou-o, no início dos anos 40, ao repúdio do passado acadêmico no artesanato do móvel, evitando todo o decorativismo supérfluo. Insatisfeito com o gosto conservador dos artesãos e das grandes firmas em que trabalhou, abre seu próprio negócio.

Efetivamente, Joaquim Tenreiro é o criador dos primeiros exemplares modernos do móvel brasileiro.”

trechos escritos pelos organizadores do livro Joaquim Tenreiro – Madeira Arte e Design, edição da Galeria de Arte, organização Ascânio MMM e Ronaldo do Rego Macedo.

Beth Santos

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